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TERAPIAS

Tratamentos adotados

TratamentoT.R.E.

T.R.E. - Terapia Racional- Emotiva

Foi elaborada pelo psicólogo Albert Ellis. Consiste em mostrar que circunstâncias externas não podem fazer com que as pessoas se sintam mal, baseia-se na ideia de que os pensamentos provocam o que sentimos. Geralmente se pensa que os sentimentos/emoções são reações automáticas a situações isoladas. Normalmente colocamos as reações e emoções desagradáveis como responsabilidade de situações ou pessoas, Mas não são as situações e sim os pontos de vista de cada um que perturbam as pessoas.

 Exemplo:
Cada pessoa reage de maneira diferente para o que vê. A crença que uma pessoa tem em relação a alguma coisa é que vai criar a reação emocional.
Uma pessoa é cutucada no elevador, fica com raiva, mas quando vê que se trata de um cego muda o sentimento e reação.
Uma mudança de ideias causou uma mudança nos sentimentos devido a processos inconscientes. As emoções (exceto as causadas por contato físico, drogas, hormônios) dependem do nosso ponto de vista. Sentimos da mesma maneira que pensamos. Há uma correspondência. Nossas ações geralmente (não em todos os casos) seguem nossos sentimentos.

PORTANTO: Pensar produz sentimentos que por sua vez dá origem a atos.

            Pensamentos baseados em superstições levam a sentimentos e atos que causam problemas. Tais pensamentos quando são praticados por muito tempo, dão origem a emoções e comportamentos que geralmente são chamados de NEURÓTICOS. O objetivo do aconselhamento racional é de ensinar as pessoas a reconhecer o que é impreciso ou incorreto em sua maneira de pensar e de ajudá-la a alcançar uma visão mais realista de si mesma e do seu ambiente.
A terapia racional - emotiva é muito simples, mas exige prática para que funcione antes se acreditava que acontecimentos geravam sentimentos e ações:
A                                                                     B
Acontecimento                                                 Sentimento = consequência

                           
A T.R.E. nos diz que podemos escolher o modo de interpretar ou pensar, ou seja, as nossas crenças e convicções.

A    -----------------------------------    B    ----------------------------------   C
Acontecimento                                     Crença                                    Sentimento =
Consequência No comportamento/ações

Vamos observar agora como fica este A-B-C da T.R.E:

A - Acontecimento: fato ou situação problemática que lhe está causando sentimentos perturbadores.
B - Crenças: o que se pensa. Como deveria ser a situação, ou que diz dela a si mesmo (egocentrismo)
C - Sentimentos: o que se sente da situação por causa da crença e como reage por causa dela.

Exemplo da T.R.E. da raiva:
Um adolescente foi abandonado pela namorada que arrumou outro. Ele ficou com raiva, deprimido e quis se matar. Quando o terapeuta lhe perguntou as opiniões sobre a situação, ele respondeu; “Não é justo que ela tenha feito isso, não aguento ser tratado assim, ela não tem o direito, depois de tudo o que eu fiz por ela”. Gostaria de me vingar, voltar com ela e deixá-la na mão. Não consigo ficar bem, quem gosta de ser rejeitado. Sinto-me completamente sem valor.

O ABC fica assim:

A) FATO – fui rejeitado
B) PENSAMENTO – não aguento – ela não tem o direito – não deveria ser assim – quero me vingar – sou um rejeitado – não valho nada.
C) SENTIMENTOS – sinto-me deprimido, com raiva, que não presto, chorei, não comi, ameacei me matar, não fui à escola e briguei com meus pais.

            Essas crenças acima exemplificam o pensamento irracional e levariam qualquer um que tenha convicções semelhantes a ficar bem perturbado. Como é complicado perceber que estas ideias são irracionais e baseadas mais na opinião do que em fatos.

Ideias que podem causar problemas:
Exageros pouco realistas: é terrível, é horrível, catastrófico.
Cobranças, exigências: deve ser não deve ser, tem que ser
O problema é o pensamento que está por trás

Acrescentando as outras letras: D-E-F-G têm:

D - Questionamento: auto - critica, desafio dos pensamentos perturbadores, as exigências: Quem disse que ele não tem o direito, ele não é minha propriedade; porque não deveria ser assim? Não é tão terrível assim. Porque as coisas tem que ser como eu quero que sejam?

E - Objetivos reais: o que gostaria de ver acontecer? O que se quer? Elaborar uma lista para orientar uma ação de mudança.

F - Opções construtivas: por meio das quais se alcançará seus objetivos. Fazer uma lista para escolher as mais possíveis de executar, as mais próximas de sua realidade.

G - Colocar em prática: selecionar uma opção e agir de acordo com ela.

Fabio Vidigal - Diretor Operacional


Grupo Volte A Viver